Os Benefícios de cada ômega nós conhecemos de cor, mas você conhece os benefícios combinados do nosso Mix de ômegas?

Síntese dos Ácidos Graxos

   O Mix de ômegas, se desdobra em 33 SUBPRODUTOS e suas combinações geram várias substâncias que potencializam diretamente o sistema imunológico bem como corrigem toda a cadeia funcional do seu corpo.

Veja como isso acontece com os ômegas 3 e 6 por exemplo:

O Ômega 6 sozinho, após a quebra de suas substâncias dá origem entre outras substâncias, o Ácido Arachidonico (AA), que por sua vez, gera 2 substâncias INFLAMATÓRIAS. 

Aliado ao Ômega 3 por outro lado, ao invés de gerar  substâncias INFLAMATÓRIAS, gera ANTIINFLAMATÓRIOS. Ao bloquear o Ácido Arachidonico (AA), o Ômega 3 mantém o PGE1 antiinflamatório do Ômega 6, enquanto gera o PGE-3 e LBT-5, que são substâncias ANTIINFLAMATÓRIAS.

Importância dos ácidos graxos essenciais

A mais recente tendência nutricional preconiza uma alimentação saudável, com ingestão de muita fibra e pouca gordura e colesterol. Nesta linha, e associando a mudança do estilo de vida a hábitos alimentares mais saudáveis, surgiram os alimentos funcionais. São compostos que, além de nutrir, apresentam propriedades fisiológicas específicas.

 

O ser humano, assim como os demais mamíferos, é capaz de sintetizar certos ácidos graxos saturados e insaturados, porém essa capacidade é limitada quando se trata de ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs), sem os quais nosso organismo não funciona adequadamente. Por essa razão, estes ácidos graxos são chamados de “essenciais” e devem ser incluídos na dieta alimentar.

 

Os ácidos graxos essenciais para a alimentação humana são o ácido linolênico (ômega­6) e o ácido linoleico (ômega­3). O primeiro está presente em grande quantidade nos óleos de milho e soja, enquanto o segundo, em vegetais de folhas verdes, no óleo de linhaça e nos óleos de peixes marinhos. A importância destes ácidos graxos está na sua capacidade de se transformar em substâncias biologicamente mais ativas, com funções especiais no equilíbrio homeostático, e em componente estrutural das membranas celulares e do tecido cerebral e nervoso.

 

A alimentação humana corretamente balanceada deve atender a uma relação ótima entre ômega­6 e ômega­3, de 4:1, porém o ritmo de vida atual muitas vezes não permite uma alimentação rica e bem combinada, baseada em alimentos criteriosamente selecionados.

 

Os óleos de muitas espécies de peixes marinhos são ricos em ácido graxo eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA), que são as formas longas e insaturadas ativas da série ômega­ 3, e que podem ser absorvidas diretamente pelos ciclos metabólicos dos seres humanos. Estes ácidos graxos são produzidos pelas algas marinhas, e depois transferidos de forma bastante eficiente, através da cadeia alimentar, para os peixes. Dentre os peixes, aqueles que contêm maior quantidade de EPA e DHA são os que habitam águas frias, como salmão, truta e bacalhau.

 

Estes apresentam, além dos ácidos graxos essenciais, proteína de alta qualidade, ótima digestibilidade e baixo teor calórico. Portanto, são recomendados para auxiliar na manutenção da sanidade geral, e também para gestantes e lactentes, pois influem no desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso da criança.

 

Na atualidade, uma das grandes preocupações em saúde pública é a elevada mortalidade causada por doenças cardiovasculares. Estas doenças têm uma etiologia multifatorial, e sua origem remonta a uma combinação de diversos fatores de risco. Porém, vários destes fatores de risco podem ser positivamente modificados pela ação de ácidos graxos essenciais.

 

Dados experimentais (Kromhout et al., 1985) e epidemiológicos mostram a redução significativa da mortalidade por doenças coronarianas, confirmando a atividade cardioprotetora do EPA e DHA. Portanto, é bastante recomendável, numa orientação dietética, prescrever a ingestão de uma ou duas porções de peixe por semana.


por Neuza Sumico Takahashi: Instituto de Pesca - www.pesca.sp.gov.br

Ômega 7 - Ácido Palmitoleico e a síntese deste presente da natureza ao nosso sistema orgânico.

Estudos nacionais e internacionais reconhecem os benefícios e a importância para a saúde do Ácido Palmitoleico, responsável pela derme. Colabora com o processo de regeneração celular e está presente em nossas secreções sebáceas naturais.

Protege conta diabetes tipo II, pela redução da taxa de glicose e combate à resistência à insulina. Promove a  redução de inflamação e dor crônica no corpo, e começa a ser utilizado com sucesso em fórmulas nutricionais para combater inflamações cutâneas, envelhecimento celular prematuro, e o aparecimento de rugas. 

 

Além disso,  atua na recuperação da lubrificação da mucosa vaginal, dentre outras funções.

A função endotelial que governa a circulação sanguínea nas nossas artérias é positivamente afetada pela ingestão de ómega-7 e a placa de ateroma é 47% mais baixa em quem consome este óleo. 

Diminui os biomarcadores da inflamação persistente, como a proteína C reativa, a qual está associada a enfarto e e AVC (trombose cerebral).

 

Riquíssimo em antioxidantes, contém dois ácidos “berries”, ainda em estudo, com possível ação cerca de 12 vezes mais intensa do que a vitamina C.

 

À medida que envelhecemos, Ômega7 diminui (devido a redução da atividade da enzima stearoyl-CoA). Nesse caso, é bastante interessante fazer uso de cosméticos que o contenham em sua formulação e alimentos que apresentem este produto em sua composição.

Síntese do Ômega 9. Ácido Oléico.       

É Essencial para a nossa saúde pois participa do metabolismo, desempenhando papel fundamental na síntese dos hormônios, e por esse motivo, deve estar presente na rotina alimentar de mulheres com menopausa, e também das que sofrem com o desconforto da TPM.

 

Ajuda a reduzir as ondas de calor, ansiedade, estresse e irritabilidade decorrentes do desajuste hormonal, tão comum nas mulheres.

 

Atua também na inibição da síntese de cortisol, o hormônio do estresse, responsável pelo acúmulo de gordura na região abdominal e a boa notícia: a inclusão desse ômega pode ajudar a afinar a cintura.

 

O ômega 9 é um ácido graxo que age nos depósitos de gordura em nosso organismo, conseguindo reorganizá-los e dessa forma, as células adiposas encontrarão dificuldade de se fixarem na região abdominal.

 

Por ser altamente anti-inflamatório e fornecer boa carga de antioxidantes ao organismo, reduz a oxidação através da inibição da peroxidação dos lipídios, fator que está envolvido nas doenças coronarianas, no câncer e no envelhecimento…

 

O ácido oleico é um ácido carboxílico, por possuir um grupo funcional COOH. O ácido oleico é um ácido graxo de cadeia longa possuindo 18 carbonos na sua estrutura. Por possuir uma dupla ligação entre os carbonos ele é chamado de ácido graxo insaturado. Os ácidos graxos são uma classe de compostos orgânicos que constituem os lipídeos, os quais são vitais na construção da membrana celular, estando presente na epiderme, o qual protege e faz parte da barreira da pele evitando a sua desidratação, por perda de água transepidérmica. O ácido oleico é um ácido graxo (ômega 9), o qual participa do nosso metabolismo, desempenhando um papel fundamental na síntese dos hormônios.

 

É muito utilizado como aditivo em base de sabões e sabonetes, para dar lubricidade e emoliênci. É muito empregado em países da Europa em cremes e emulsões cosméticas pelas suas propriedades emolientes e para recompor a oleosidade em peles ressecadas e com problemas de escamação.


É usado em bronzeadores e produtos solares e pós solares devido a sua capacidade de proteção e regeneração da pele dos danos e queimaduras causados pelos raios solares.

Óleo de Avestruz da Amazônia

Fonte de Ômegas 3,6, 7 e 9

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